Argos Arruda Pinto

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A Lei do Aumento da Informação Funcional já tinha um alicerce em 1998



Em 2023, foi apresentado ao mundo científico a Lei do Aumento da Informação Funcional (LIFI), proposta pelo astrobiólogo estadunidense Michael L. Wong (@miquai.bsky.social), o astrobiólogo e geólogo também estadunidense, Robert Hazen (Carnegie Science) e colaboradores. Ao ler sobre este trabalho percebi uma enorme conexão com o conceito de Nível Funcional Sistêmico que registrei em livro e no ano de 1998. 

Como físico, vi ali a confirmação escrita em meu livro Sistemas e a Origem da Vida -https://argosarrudapinto.blogspot.com/2019/08/sistemas-e-origem-da-vida_29.html -, a complexidade não surge do nada. 

 

O Nível Funcional Sistêmico (NFS) seria uma medida ou grau do funcionamento de um sistema no sentido do aumento da sua complexidade, dada pela combinação entre matéria, energia e informação, a quantidade de informação armazenada, transmitida e processada por ele, tendo esta um maior “peso” que as outras duas "variáveis". Por exemplo, temos menos massa que um leão, gastamos menos energia, mas a quantidade de informação processada por nós, devido ao nosso cérebro, faz com que o NFS seja maior. Como estamos lidando com sistemas complexos é impossível colocar tudo isto em fórmulas, mas seria algo como a massa x energia x informação; e pode ser diferente.* 

 

A LIFI propõe que os sistemas evoluam para maior informação funcional. Mas aqui está o "pulo do gato" que venho defendendo: a Informação Funcional (If) não cresce no vácuo.  Ela é dependente do que chamo de Nível Funcional Sistêmico (NFS). Se ele cresce, a Informação Funcional também cresce. Leia o artigo completo aqui: 

 

O NFS é a integração real entre matéria, energia e informação. 

 

Por que isso importa, por exemplo, para a Origem da Vida? 

Muitas vezes tentamos explicar a vida apenas pela biologia, mas a transição prebiótica é um evento de Física de Sistemas Complexos: como um outro exemplo e bem significativo: T-Rex vs. Homem. O dinossauro possuía toneladas de massa e energia, mas um NFS limitado pelo processamento de informação. O cérebro humano, com apenas 1,3kg e o consumo de uma lâmpada LED (20W), atinge um NFS superior porque a eficiência da informação funcional "alavanca" o sistema para uma nova transição de fase, um patamar mais alto. 

 

A experiência prática: 

Ao longo da minha carreira, percebi que em qualquer sistema — de uma célula a uma empresa com novos computadores — o aumento da informação só gera evolução se o suporte material e energético permitir elevar o Nível Funcional. Sem o substrato correto, a "lei" não tem onde operar. 

 

Estou compartilhando um artigo detalhado sobre como o Nível Funcional Sistêmico antecipou e complementa essa nova visão da ciência. 

 

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Nota

(*) Ver mais detalhes com exemplos no meu texto "O crescimento do Nível Funcional Sistêmico através da história da vida": https://argosarrudapinto.blogspot.com/2026/02/o-crescimento-do-nivel-funcional.html.


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